Precisamos conversar sobre vacinação infantil

A vacinação infantil tem grande importância nas obrigações médicas que os pais precisam ter com seus filhos. Constantemente há a divulgação de campanhas de mobilização para que as crianças sejam levadas aos postos médicos para tomarem suas doses.

Essa mobilização acontece de forma sazonal, de acordo com a finalidade da vacina, e atende a milhões de crianças por todo país, reduzindo cada vez mais a incidência de várias doenças em crianças, por meio de um método preventivo.

O post a seguir falará mais sobre a importância dos programas de vacinação infantil e como é fundamental seguir o calendário, mantendo a caderneta preenchida e a criança longe de doenças. Continue a leitura e confira!

Quais as vacinais mais importantes?

O Ministério da Saúde define um calendário de vacinação infantil, entendendo que as crianças precisam seguir essa programação para que se desenvolvam saudáveis, sem permitir que haja a incidência de uma série de doenças.

O calendário abrange as crianças até os 10 anos, pois entende-se que essas vacinas relacionadas são as essenciais até o período, dividindo-as entre doses durante esse tempo. É importante que o calendário seja seguido rigorosamente, em prol do crescimento saudável e da prevenção de doenças. 

Entre as principais vacinas está a poliomelite, que tem como função combater a paralisia infantil. Ela conta com grandes campanhas veiculadas nas principais mídias, tamanha a importância para o desenvolvimento saudável da criança.

Para não ter erro, consulte

Constantemente os pais ouvirão a respeito das campanhas para cada uma das vacinas, mas é importante que tenham o controle exato de quais seus filhos já tomaram ou ainda precisam, para que nenhuma falte.

A melhor maneira de fazer isso é ter acesso ao calendário. O site do Ministério da Saúde disponibiliza essa programação completa no seu portal, e você pode conferir aqui.

Vacina contra HPV

A campanha de vacinação contra o HPV também deve ter o seu devido destaque, já que para as meninas ela começa aos 9 anos, indo até os 14, com duas doses em um intervalo de 6 meses.

Já os meninos começam a ser vacinados a partir dos 12, indo até os 13 anos, também em duas doses em um intervalo de 6 meses.

A inclusão da doença no calendário nacional de vacinas é recente, mas muito importante, levando em conta que o HPV pode desenvolver doenças graves como o câncer. Portanto, pais precisam estar em alerta.

Quais documentos necessários para vacinar?

O principal e único documento necessário para a criança seja vacinada é a carteira de vacinação. Ela é o controle e também o histórico de tudo que a criança já tomou até então, registrando tudo detalhadamente em relação a data e qual dose foi aplicada.

Esse controle evita que, em caso de confusão dos pais, a criança tome novamente alguma vacina que já havia sendo aplicada, evitando qualquer tipo de problema. Portanto, além de servir como identificação, é imprescindível levar a carteira para a vacinação, já que ela funciona como um controle.

O que fazer em caso de perda da carteira?

O recomendado é o cuidado total com a carteira de vacinação, entretanto, se a criança tomou todas as vacinas no mesmo posto de saúde, há a possibilidade de não precisar da carteira, sem que acarrete em algum problema maior.

Isso acontece pois os postos têm todo o registro de quem a dose de vacina já foi aplicada, então eles poderão constatar que a criança está ou não em condições de tomá-la novamente. Os pais também podem pedir uma cópia do cartão de vacinação, para assim seguir o controle e saber o que a criança já tomou

É importante frisar que não é ideal contar com o fato de o posto ter esses registros, pois por algum motivo ele pode ter perdido. Considere isso apenas para casos de perda. Levar a carteira é sempre a opção mais correta!

Caso a criança tenha sido vacinada em diferentes postos, o recomendável é que o indivíduo receba novamente as doses necessárias até o presente momento, respeitando o calendário do Ministério da Saúde. A partir daí, é recebido um novo cartão.

É possível escolher entre gotinha e injeção?

Infelizmente essa não é uma possibilidade! Realmente, algumas crianças não lidam bem com o fato de terem que tomar injeção, mas essa questão vai um pouco além do simples método de aplicação, e as doses seguem o calendário nacional.

Desde 2012, crianças que nunca tomaram a poliomelite, por exemplo, tiveram que receber as duas primeiras doses por meio de injeção, e a terceira dose e o reforço foram por meio da gotinha.

Sendo assim, não há como interferir nessa questão, pois cada vacina tem sua eficiência com uma maneira específica de aplicação. Só cabe aos pais tranquilizá-las e estar por perto no momento da injeção! Com o tempo, o medo diminui, já que são poucas as que realmente doem além do normal.

O que fazer se perder o dia de vacinação infantil?

As campanhas de vacinação estabelecem períodos exatos para que os pais levem as crianças ao posto de saúde, entretanto, algum fator pode causar a perda desse prazo, o que não é motivo para se desesperar. A criança não ficará doente do dia para a noite, mas talvez mais vulnerável depois de um tempo.

O que os pais devem fazer é levar o jovem ao posto o mais rápido possível, preferencialmente dentro de 15 dias depois do fim do prazo da campanha, pois é bem provável que os locais ainda tenham a vacina disponível.

Essa programação acontece justamente para evitar que as crianças estejam expostas a incidência de alguma dessas doenças que contam no calendário nacional, já que essa data programada é justamente para que não passe nenhum período sem a devida defesa no organismo.

Ainda que o sistema de saúde no Brasil não esteja entre os melhores do mundo, as campanhas de vacinação são muito bem feitas e atendem a todos. Portanto, é fundamental que os pais sigam o calendário rigorosamente, em prol da saúde dos seus filhos.

Gostou do conteúdo? Deu para ver como a vacinação infantil é importante, além de conhecer informações importantes sobre as campanhas. Marque algum pai ou mãe nos comentários para que eles também saibam mais sobre o assunto.

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